Como ter seu site no topo do Google

26 de agosto de 2011

Nos meus quase 16 anos profissionais na área de desenvolvimento e serviços com foco na internet muito pude observar da evolução desta tecnologia e especialmente, a mudança de comportamento de seus usuários.

A cerca de uns 4 ou 5 anos percebe-se que os usuários de serviços para a internet, seja de um site, de uma loja ou de conteúdo e uso de contas de email já não se satisfazem mais com o elementar de estar na internet.

O cliente hoje quer mais e muito mais. Começou a era da concorrência virtual!

Até os meados de 2005 a empresa que se dispusesse desenvolver um site e publicá-lo já tinha uma enorme vantagem sobre sua concorrência. Com o passar do tempo a maioria dos empresários “antenados” de uma forma ou de outra passaram a também desenvolver seus sites, sejam eles institucionais, comerciais ou de conteúdo.

Atualmente o empreendedor se vê diante da concorrência física, aquela concorrência tradicional do vizinho de porta, cidade ou estado, dependendo do ramo de atividade e também da concorrência virtual, onde o cliente pode optar a partir de seu computador de quem comprar e de que forma comprar!

O Google é considerado o melhor sistema de busca da internet, graças ao algoritmo por trás dele que é capaz de catalogar os sites presentes na internet de forma inteligente.

Seu algoritmo foi desenvolvido focando na qualidade dos resultados, ou seja, apenas aparecem nas primeiras posições os sites que realmente merecem, devido ao conteúdo de qualidade apresentado no site.

Isso permite que o buscador seja capaz de oferecer na maioria das vezes, apenas resultados que seus usuários estão procurando.

Portanto antes que seu site comece a aparecer nas primeiras posições, é necessário que o conteúdo apresentado no seu site ofereça as qualidades necessárias para merecer ser destacado.

Portanto meu amigo, se você tem um site e pretende atualizá-lo, se você tem um site esquecido no seu provedor e nem imagina o que ele está fazendo pelo seu negócio, repense seus conceitos e preste muita atenção ao que o mercado está exigindo neste novo mundo!

Observe atentamente as mudanças de comportamento, veja:
- Hoje no núcleo familiar os dois trabalham e os dois não têm mais tempo para rodar a cidade atrás de boas ofertas.
- Os compradores de empresas já não renovam pedidos automaticamente a seus tradicionais fornecedores. Eles pesquisam na internet antes!
- Um paciente que necessita de um profissional de saúde, por curiosidade ou para adquirir confiança, pesquisa sobre o assunto, antes!
- E por aí vai …
Cada vez mais o usuário final torna-se independente da figura física de um vendedor e quando o é indispensável, no mínimo o seu futuro cliente quer informações antecipadas.
se sua empresa ou seu negócio precisa de um site, então está na hora de pensar no itens abaixo:

1. Crie conteúdo útil para os visitantes
O Google utiliza uma série de algoritmos para determinar a posição de cada página nos resultados do buscador, porém em minhas pesquisas eu descobri que ele também conta com um exercito de auxiliares inteligentes que o ajudam a classificar a qualidade dos sites que aparecem nas buscas.

Estou falando dos próprios usuários utilizam o buscador. Eu e Você.

Para que você entenda, Imagine que uma pessoa vá até o site do Google e faça uma busca pelo termo “Criar Sites”.

O Google irá retornar uma lista de sites relevantes ao termo buscado, nessa lista o visitante poderá conferir cada um dos sites até encontrar o que deseja.

No nosso caso, a Compunet tem foco em desenvolver e hospedar sites para as regiões do Grande ABC e Baixada Santista. Obviamente precisávamos ser relevantes para os termos “Criação de sites na baixada santista” e “Criação de sites no grande ABC”

Ao digitar essas expressões temos que aparecer na primeira página pois, se o visitante clicar em nosso site e decidir  ficar no site, o Google irá identificar que o site em questão é relevante para o termo buscado. E não mudará nada.

Por outro lado, se o mesmo visitante voltar ao buscador do Google por algum motivo, o Google poderá identificar que o conteúdo do primeiro site não é relevante para o termo “Criação de sites na …”, podendo assim, alterar a ordem da lista quando o próximo visitante pesquisar pelo mesmo termo.

Os motivos para o visitante voltar para o buscador podem ser vários, tais como:
- Servidor fora do ar;
- Servidor lento;
- Conteúdo fraco ou irrelevante;
- Design confuso ou de mal gosto;
- Excesso de propagandas e etc.

É claro que para que os resultados sejam alterados, não basta apenas um visitante, é necessário um número razoável que pode variar dependendo do tempo que o site ocupa a posição e outros motivos que só o pessoal que trabalha por trás do Google deve saber.

Portanto o conteúdo de qualidade é um dos principais fatores que ajudam uma página a aparecer nas primeiras posições. Importa é que seu site mesmo tendo muitas imagens ou rico sendo em textos, tenha o conteúdo seja interessante para o visitante.

2. deixe seu site sempre atualizado

A atualização freqüente indica que você é sério a respeito do trabalho que desenvolve em seu site e que seu site pode ser considerado uma fonte de informação atualizada.

Ma minha opinião uma média de 2 a 7 atualizações mensais seria o ideal.

3. Adquira um domínio próprio

Todos os dias centenas de sites são criados utilizando serviços gratuitos e a maioria destes sites não são continuados. Os motivos podem ser vários, mas o principal é que o webmaster não desembolsou nada e não está preocupado com o vencimento do domínio ou com a conta da hospedagem.

Por isso o domínio próprio acelera o processo de reconhecimento perante o Google, pois indica que você tem seriedade com o seu site e que provavelmente não está criando mais um site fantasma.

4. Não faça cópia de conteúdo de outros sites

Seu site precisa ser diferente, não precisa ser igual a outro. Você não quer que o Google considere seu negócio igual aos outros, ou, quer?

A cópia de conteúdo não é bem vista pelo Google que pode até penalizar seu site ou mesmo banir permanentemente seu site do Rank Page. E tenha certeza que isso será um enorme prejuízo para seu negócio. Lembre-se que na virtualidade existe sim a concorr6encia.

 Aguarde a 2ª. Parte sobre Otimização de sites e Técnicas de posicionamento em sites de busca.

Flash não combina com publicidade digital

16 de maio de 2011

Quem trabalha com marketing, publicidade e/ou desenvolvimento para web já deve ter ouvido muitos clientes pedirem sites utilizando a tecnologia Flash. Confesso que hoje em dia vejo menos, mas há sim muitos que ainda criam aqueles site inteiros em Flash.

Mas qual é o grande problema por trás do Flash? Existem algumas boas razões para o uso do Flash ser considerado uma estratégia ruim dentro do marketing digital. Vou listar e defender algumas delas aqui.

Problema de otimização: Pouco espaço para o uso de técnicas de SEO.

Ao contrário dos websites criados a partir de código puro, o Flash é uma ferramenta “engessada” em certo ponto. Quando você acessa um site em Flash ele é carregado de uma só vez, semelhante a um vídeo. Apesar de alguns serem construídos aos poucos, facilitando o carregamento, ainda vai impedir o Google de ver qual o conteúdo que tem lá dentro.

Sim, há maneiras e ferramentas para fazer com que o conteúdo apareça para o Google, mas mesmo assim ainda existem algumas outras implicações, sem contar que acaba gerando uma necessidade extra de trabalho e conhecimento da tecnologia.

Dificuldade de adaptação: Muitos dispositivos não suportam.

Não se esqueça que os dispositivos móveis estão em crescimento e nem todos suportam Flash da mesma forma.

Um dos grandes problemas de se projetar um site em Flash é fazer com que ele se adequa de uma forma boa aos diversos monitores, navegadores e outras plataformas que temos no mercado. Apesar se procurarem padrões, a web ainda é muito democrática nesse sentido e é comum as pessoas acessarem um mesmo site de diversas formas.

iPad, por exemplo, não tem suporte ao Flash!

O iPad, iPod e iPhone, todos da Apple, não tem suporte para Flash. Você iria simplesmente abandonar esse nicho de mercado?

Peso do site: Nem todos estão dispostos a ficar esperando.

Um dos grandes problemas, que hoje inclusive se torna uma preocupação menor, é a relação de peso e velocidade de carregamento do site. Nos sites em Flash mais simples é normal ter que esperar o site inteiro carregar ou pelo menos boa parte dele, antes de poder apertar qualquer botão ou ver qualquer informação.

Mesmo com as conexões evoluindo, não quer dizer que um site deva consumir toda banda do usuário, afinal,geralmente ele vai estar usando internet para diversas outras coisas.

Assim como já comentamos antes, não podemos nos esquecer de que há um crescimento muito bom no acesso via dispositivos móveis, que geralmente utilizam a tecnologia 3G (pelo menos por enquanto) e sabemos que ela não é tão rápida.

Custo benefício: O valor gasto geralmente não compensa.

Devido a dificuldade de se trabalhar com Adobe Flash, já que necessita quase que um conhecimento só para está área, contratar pessoas para trabalharem com tal tecnologia geralmente custa um pouco mais. Em alguns casos, para fazer coisas simples, exige um pouco mais de trabalho.

Tirando projetos específicos, é comum ver os sites em Flash saírem mais caros, tudo isto para obter alguns detalhes que não vão trazer diferença no resultado final.

Bons usos: Mas se há tantos defeitos, para que serve o Flash?

Como já mencionado antes, o Flash é uma ótima ferramenta para casos específicos, como criar jogos, aplicações e outras ferramentas visuais e interativas.

Podemos tomar como exemplo do bom uso de Flash diversos hotsites, que geralmente tem um domínio específico para campanha e geralmente não duram para sempre no ar. Existem certo tipos de site que não se preocupam em se posicionar bem no Google, querem apenas que sua marca seja vista e interaja com os internautas.

O Flash também é muito bem utilizado em diversos sites que o usam para fazer pequenos detalhes dentro do site, mas que se forem acessados por dispositivos que não suportam (por falta de tecnologia, conexão ou espaço) o substitui por imagem semelhante ou apresenta uma interface otimizada para aquele tipo de acesso.

Internet é opção para impulsionar pequenas

11 de abril de 2011
Artigo publicado originariamente peol Diário do Grande ABC

Pouco recurso disponível para investir em comunicação. Esse é um dilema recorrente entre as MPEs (Micro e Pequenas Empresas) do País. Estudo do Sebrae-SP dá conta que 30% dos empreendedores no Estado ainda não adotaram computadores.

Apesar da agilidade no emprego da tecnologia, a gerente regional da entidade, Josephina Irene Cardelli, afirma que os números mantêm-se praticamente estáveis nos últimos anos. Com isso, muitos ainda não descobriram os benefícios da internet. A rede pode ser boa opção – e, acima de tudo, barata – para expandir os negócios.

Quem já descobriu a tecnologia percebe na rede potencial nicho de negócio. Exemplo disso é o grupo on-line Empreendemia que tem como propósito reunir empresários para trocarem experiências, produtos e serviços. A rede de relacionamentos é voltada exclusivamente aos empreendedores, especialmente aos pequenos e médios, e foi lançada em dezembro de 2009. Hoje, já conta com 40 mil cartões trocados entre os participantes. Cada cartão dispõe as principais informações sobre os produtos.

No Grande ABC, a adesão tem sido ampla. Em junho do ano passado, havia 24 empresas usando a rede social. Hoje, são 145, salto de 504% nas adesões em quase dez meses. São Bernardo lidera as participações, com 63 cadastros, seguida por Santo André (46), São Caetano (24) e Diadema (12). Apesar da evolução expressiva, o número ainda é tímido frente ao contingente nacional: são 6.700 empresas atuando diariamente na rede social. As sete cidades têm mercado para expandir nesse sentido. Isso porque o percentual de 30% de MPEs no Estado que não aderiram à internet se reflete com o mesmo peso na região, segundo Josephina.

Um dos proprietários do Empreendemia, Luiz Piovesana, afirma que os pequenos e médios empreendedores precisam se manter conectados não somente para elevar os lucros, como também para sobreviver. O idealizador da rede apontou que o grande problema hoje é que além de as empresas não estarem acostumadas com a internet, também não têm dinheiro para gastar com publicidade.

“A internet tem sido usada para se achar um telefone e não para atrair clientes. É isso que queremos mudar. A ideia é que o micro ou pequeno empresário consiga investir, gastando menos, para trazer mais negócios por meio da ferramenta”, diz.

Mas isso tende a mudar. O Sebrae revela que, ainda no último estudo que mapeou o uso de tecnologias entre as MPEs, apenas 14% das empresas que usavam a internet o faziam para vender produtos e serviços. “Alguns anos atrás tinham pessoas que pensavam ser impossível ter celular. Hoje é difícil não tê-lo, nem que seja para usar as funções básicas”, explica a gerente do Sebrae, Josephina, ao listar que as redes sociais são uma ferramenta importante por criar um canal de comunicação com o público, que dificilmente seria feito por outros meios, por pesar mais no bolso.

E os leques de vantagens não param por aí. Alcance e velocidade de crescimento são mais pilares que a web permite. A gerente ainda cita como exemplo o crescente interesse dos consumidores em optar pelo comércio eletrônico. “A internet está sendo uma necessidade que está agregando e muito nas empresas de uma forma geral.”

Conforme as trocas vão sendo feitas, os compradores podem medir a qualidade do que foi consumido, por meio de comentários. Avaliações positivas rendem credibilidade, e alavancam os lucros das MPEs.

Grandes companhias também podem participar do processo

Apesar de o Empreendemia ter como público alvo as MPEs (Micro e Pequenas Empresas), isso não impede que grandes corporações participem.

O responsável pelo setor de marketing da companhia, Flavio Conca, sustenta que ainda não houve maiores investimentos para participar do site de relacionamento entre os demais empreendedores.

Para empresário, investir na web é necessidade

O diretor da empresa PSP Coaching, sediada em São Caetano, Paulo Soares Pereira, investiu todas as fichas na web em junho. Procurou o Empreendemia, o serviço de microbloging Twitter, a rede social Facebook – na qual criou uma página virtual da companhia – e já colhe os bons frutos da empreitada. Os custos? Irrisórios, segundo o empresário. “Foram R$ 500 até hoje. Foi tranquilo. Consegui recuperar o investimento em um mês”, comemora Pereira.

A rede social para troca de negócios teve resultado mais rápido do que o esperado. Apenas duas semanas depois, ele conta que foi procurado por empresas interessadas nos serviços que ofertou. “A internet tira um pouco da barreira no mundo físico, de ter que conhecer a pessoa primeiro. Na web é mais fácil, fui atrás dos que se interessaram, troquei cartões e fechei negócios. Essa agilidade não temos no mundo físico”, atesta o empresário.

O perfil do empreendedor corresponde à descrição da gerente regional do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Josephina. “É importante pensar na internet porque a maioria das MPEs é familiar ou tem poucos funcionários. A participação em redes sociais traz informações e otimiza o tempo. Infelizmente, os pequenos ainda têm dificuldade em entender como isso pode impactar positivamente na sua empresa”, conta Josephina.

Para dimensionar a importância da web para as MPEs, Pereira afirma que a internet tem peso de 60% no faturamento. “É bem significativo”, reforça ele.

A dica do empresário não poderia ser outra aos pares se não investimentos na rede on-line. “Não falo nem que é bom negócio, é essencial. O custo é baixo e o retorno, extremamente alto.”

Vendas online crescem 30% em 2009

16 de março de 2010

2009 foi um excelente ano para quem apostou no e-commerce. O total de vendas somou R$ 10,6 bilhões, com alta de 30% no confronto com o mesmo período em 2008, de acordo com pesquisa da e-bit, consultoria de comércio eletrônico.

Foram cerca de 17,6 milhões de internautas brasileiros, o que reprsenta um aumento de 33%.

Destaca-se na pesquisa o fato do e-bit não ter considerado as vendas de veículos, passagens aéreas e leilões virtuais, que poderiam alavancar ainda melhores resultados. Os 17,6 milhões de internautas representa 26% do mercado potencial de pessoas com acesso a internet, o que mostra, segundo a consultoria, que ainda há muito espaço para crescer.

Entre os motivos do aumento no faturamento está a entrada das Casas Bahia, em fevereiro de 2009, no mundo virtual. Com a chegada do varejista francês Carrefour no comércio eletrônico neste mês, todas as grandes redes presentes do país agora oferecem aos clientes a possibilidade de compras pelo mundo virtual.

Livros, revistas e jornais lideram as vendas virtuais, seguidos de saúde, beleza e medicamentos.

Com a redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para a linha branca, os eletrodomésticos garantiram a terceira posição no ranking, logo à frente de itens de informática e eletrônicos.

No ano passado, 79% das entregas foram feitas dentro do prazo, com destaque negativo para o Nordeste (73%). O índice de atrasos foi maior na região, de acordo com a e-bit, pelo fato de a maioria dos centros de distribuição das lojas virtuais se concentrar no Sudeste.

Para 2010, a previsão é movimentar R$ 13,6 bilhões, repetindo o ritmo de expansão de 30% superior ao registrado no ano anterior. Ao final do 1º semestre, a projeção da e-bit é que 19,8 milhões de pessoas tenham adquirido pelo menos um produto pela internet e, para dezembro, a previsão é que o número chegue a 23 milhões.

Outlook Express no Pen Drive

2 de outubro de 2009
O Outlook Express 6 Portable é uma versão do Outlook Express 6 que pode ser instalada em um pendrive. É ideal para quem quer segurança e portabilidade sem a necessidade de um Notebook.

Para instalar o Outlook Portable 6 funcionar no pendrive, é preciso baixar o arquivo de instalação (www.compunet.com.br/ajuda.html) e descompactá-lo e em seguida copiar a pasta para o Pen drive.

Depois disso,  execute o arquivo de instalação e comece a configurar seu email.

O único problema é que ao abrir o programa executável em outras estações de trabalho, o programa não conseguia recuperar as configurações. Logo, caso o usuário queira ver seus e-mails de um computador diferente, ele precisará refazer toda a configuração de servidores de entrada e saída de e-mail na nova estação.

Marketing Digital. A revolução da mídia de massa

1 de outubro de 2009

A cerca de 10 meses fomos procurados por um cliente que inconformado com o  posicionamento de seu site  no Google, queria que explicássemos a ele o por quê de os concorrentes dele aparecerem na primeira página e ele raramente aparecia nas primeiras 10 páginas.

Na época, explicamos que o serviço de posicionamento no Google era pago – o chamado link patrocinado – e que muito embora seu site pudesse ser melhorado em termos de conteúdo e indexação de assuntos para facilitar a busca de palavras por esses sites de busca (Google, Yahoo, Excite, Altavista, etc.), a única certeza de melhorar seu posicionamento era pagar por isso.

Este fato trouxe a luz, uma questão: De que adianta desenvolver um site de internet e não conseguir divulgá-lo para o mercado de forma mais abrangente? Seria a mesma coisa que ter uma loja na cidade e ninguém, ou poucos saberem que a esta loja existe …

Muito embora entendamos que o site da empresa é uma ferramenta necessária, haja vista que, se a empresa não a tem, acaba abrindo espaço para o concorrente.  E aí sim, se a empresa física é conhecida no mercado tradicional acaba piorando as coisas ao também deixar de ser conhecida no mundo virtual, mas por outro lado há de se ter um esforço a mais que desenvolver apenas um site! Faz-se necessário a divulgação dele, tem que haver a propaganda, avisar o mercado virtual que a empresa existe das duas formas; a tradicional e a virtual.

Partindo deste princípio fomos buscar informações, estudar e conhecer o assunto “Marketing Digital”, começando por entender o mecanismo do Google, Yahoo, Altavista, etc e principalmente como utilizar as redes sociais como forma de divulgação.

Após 6 meses, alguns cursos e muita leitura e debate com especialistas, chegamos a uma conclusão:

A internet tornou-se a pedra no sapato das agências tradicionais e pode ser um grande divisor de águas na carreira de um executivo de marketing. Ele vai ser promovido ou demitido em função do quanto defende internet como ponto de contato.

Veja o que escreve: Dhiogo Feitosa  (publicitário) no Blog PropagandaMT

“Uma recente matéria publicada no site BlueBus mostra em números o atraso das agências diante do novo consumidor online.

Trata-se de uma pesquisa, realizada pela IBM entre 2007 e 2008, que registra de um ano para o outro o salto de 33% a 60% na proporção dos internautas entrevistados que usam redes sociais.

De 2007 a 2008 entre os entrevistados a adesão à internet móvel quase triplicou, chegando a 41%. O acesso a música e vídeo em aparelhos móveis quadruplicou, para 35%.

Contrastando com isso, 80% dos executivos de publicidade entrevistados disseram que o mercado está pelo menos cinco anos distante de uma plataforma que englobe venda, entrega, mensuração e análise da propaganda na mídia digital.

Pergunta: Onde vivem esses publicitários? Na Somália?

Que o consumidor está cada vez mais na web, isso está mais do que claro, ao menos para os profissionais que trabalham com web. O problema é que para os anunciantes – aqueles que pagam as contas – ainda não.”

O resultado da pesquisa me dá o direito de tirar 4 conclusões:

1. Agências tradicionais, são de fato, agências “offline” que só pensam TV, Rádio e Jornal… como não sabem usar bem a internet como mídia, é melhor falar que não dá resultados.

2. A internet está tomando audiência das mídias tradicionais; sendo assim, o futuro é que parte da verba de propaganda migre naturalmente para a internet.

3. Os anunciantes têm medo de investir na web, têm medo de não obter resultado e com isso perderem dinheiro. Somando esse medo dos anunciantes ao medo das agências em perder verba, é sempre melhor que o diretor de mídia aplique o dinheiro em Jornais, Rádio e TV do que na home de um site de buscas! O Jornal já existe há décadas, dá resultado, para que mudar? Em time que está ganhando não se mexe…

4. Agências vivem de bonificação por volume (BV). 95% da renda das agências vem dos 20% sobre a mídia. Anunciar na internet é mais barato, sendo assim, o BV da web é menor que da TV, logo, é melhor ganhar um BV sobre os 300 mil investidos nos 30 segundos na TV, do que sobre os 30 mil investidos em um banner na home do Google! (por exemplo) Melhor ganhar 20% sobre a produção de um comercial que custe 500 mil reais do que de um banner que custa 2 mil.

Tomar coragem como a Pirelli em 2006, que fez pela A1 Brasil uma campanha 100% digital é difícil.

A Pirelli vendeu 30% a mais de pneus acima da meta principal em dois meses e teve um faturamento bruto cinco vezes maior do que o investido na campanha. Participei dela como um dos planners e recebi um telefonema do presidente da Pirelli no Brasil, interessado em saber mais sobre web porque ele mesmo não acreditava. A ação foi feita na web, usando a mídia tradicional da web e novas mídias (redes sociais, YouTube, MSN, e-mail, e-mail marketing…).

Continuaremos este assunto, onde abordaremos as opções de Marketing puramente digital, mais barato e mais eficiente!

Até lá

Aprenda a usar o Painel de Controle

18 de setembro de 2009
video management, video solution, video streaming

Olá!

Colocamos no ar a vídeo aula de como utilizar o nosso painel de controle de domínios, onde você saberá como:

1. criar uma nova conta de email;
2. alterar as senhas de emails existentes;
3. adicionar uma regra de redirecionamento de emails;
4. limitar o tamanho de caixas postais de emails;
5. configurar o anti-spam de contas de email

Para assistir acesse: www.compunet.com.br/pcontrole1.html

Vale a pena dar uma olhada

Abraços

Domínios .net.br liberados

18 de setembro de 2009

Olá!

Vamos falar hoje sobre o domínio .net.br, o qual está liberado para registro, e com preferência dada a quem já possui o domínio .com.br.
Antes porém cabe aqui explicar como funciona o processo de registros de domínio no Brasil.
Toda a rede internet brasileira é controlada/administrada pelo registro.br (antiga FAPESP) e como tal toda vez que se pretende registrar um domínio este órgão deve ser informado para garantir que não haja duplicidade de nomes de domínios.
Pois bem, quem já possui o seu dominio sob a DPN (Domínio de primeiro Nível, são os .com, .net, etc – veja mais em www.registro.br/dpn.html ) . COM, tem o direito garantido de também registrar o dominio com a DPN .net até dia 06/10/2009. Após está data, qualquer pessoa poderá usar o seu domínio com esta DPN.
Note que isto não significa a perda dos direitos sobre a DPN .com que você já tenha, apenas se não registrar o .net, estará dando o direito que outra pessoa o faça e crie aí uma semelhança de domínios o que pode gerar confusão e transtornos.
O custo deste novo registro é de R$ 30,00 / ano e pago diretamente ao registro.br e, portanto não tem nada a ver com as cobranças da Compunet.
Faça valer o seu direito e evite que outra pessoa registre o seu domínio por semelhança.

Abraços

Todo cuidado não é pouco! É necessário

16 de setembro de 2009

Hoje vamos falar de segurança no uso da internet.

Normalmente, não é uma tarefa simples atacar e fraudar dados em um servidor de uma instituição bancária ou comercial. Então, atacantes tem concentrado seus esforços na exploração de fragilidades dos usuários, para realizar fraudes comerciais e bancárias através da Internet.

 Para obter vantagens, os fraudadores tem utilizado amplamente emails com discursos, que na maioria dos casos, envolvem engenharia social e que tentam persuadir o usuário a fornecer seus dados pessoais e financeiros. Em muitos casos, o usuário é induzido a instalar algum código malicioso ou acessar uma página fraudulenta, para que dados pessoais e sensíveis, como senhas bancárias e números de cartões de crédito, possam ser furtados. Desta forma, é muito importante que usuários de Internet tenham certos cuidados com os emails que recebem e ao utilizarem serviços de comércio eletrônico ou e-mails com discursos apelativos e sensacionalista.

Estes dias recebi um PPS (Power Point) de um amigo do qual ironicamente falava da chuva de emails que ele recebeu nos últimos anos e entre os relatos estava o famoso email da menina “Nilzinha”, onde a familia desesperada pedia ajuda financeira a pretexto de custear um suposto tratramento médico, o qual a família não dispunha da quantia necessária e que sem isso a menina não tinha mais que 2 meses de vida. Este email começou a circular em 1999, e ainda hoje circula e ainda hoje a pessoas que sensibilizadas doam em forma de depósito na conta informada no email fraudulento.

Repare você, que é só acontecer uma tragédia, e logo em seguida começam a chegar emails de desconhecidos pedindo para que você clique nas fotos. A moda mais recente é a do extorno financeiro, que mais parece um estorvo. O fraudador envia um email dizendo que por problemas técnicos a sua compra na loja virtual (e aí citam qualquer uma famosa) não foi concretizada e que o dinheiro está sendo devolvido a você, e, para isso você só precisa clicar num link no próprio email enviado. Isto é umas das formas que os fraudadores utilizam para enganarem as pessoas. Outra moda é o do(a) marido(esposa) traído(a), onde alguém muito seu(sua) amigo(a) disponibiliza no famoso clique aqui as fotos que comprovam a traição.

Vamos continuar o assunto nos próximos posts,  mas adiantando temos o download no site da compunet (seção ajuda) a cartilha de orientação contra fraudes do cert.br  (Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil), vale a pena baixar e dar uma lida.Até mais, pessoal

Assista nossa vídeo aula sobre o assunto: www.compunet.com.br/segfraude.html

E-commerce deve faturar R$ 2,6 bilhões

15 de setembro de 2009

O comércio eletrônico brasileiro deverá movimentar 2,6 bilhões de reais durante o terceiro trimestre, aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2008, segundo estimativa da consultoria e-bit divulgada nesta terça-feira (15/9).
Com o crescimento no período, tradicionalmente mais fraco que os segundo e quarto trimestres (que se beneficiam, respectivamente, do Dia das Mães e do Natal), o setor brasileiro deverá fechar 2009 movimentando 10,5 bilhões de reais.
Ainda que o Dia dos Pais não se compare às duas datas comemorativas citadas em termos mercadológicos, o terceiro trimestre deverá atingir o maior tíquete médio da história do comércio eletrônico nacional, incentivado também pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – cerca de 340 reais, segundo a e-bit.
Caso a projeção da e-bit para 2009 se concretize, o número representará um aumento de 28% em relação aos 8,2 bilhões de reais gastos pelos brasileiros pela internet durante 2008. No primeiro semestre, o Brasil movimentou 4,8 bilhões de reais pelo comércio eletrônico.
O número de usuários de serviços de venda pela internet cresce na mesma toada do valor movimentado. A e-bit projeta que 17 milhões de brasileiros terão comprado online em 2009, 28% a mais que os números referentes ao ano passado.

Fonte: IDG Now
Guilherme Felitti